Postado por:Tayná Leoncio
Minúsculo, pois não ultrapassa os 5 centímetros de cabo a rabo, branco e pertencente a uma linhagem que habita os oceanos há mais de 400 milhões de anos muito mais antiga que a dos sapos, o anfioxo é um animal como não existe outro no planeta. Entre todas as espécies de animais vertebrados ou invertebrados, apenas ele não dispõe de um mecanismo considerado básico para a proteção dos organismos: a inflamação. Diante de uma invasão por bactérias, de fato, a imediata providência de qualquer animal é mobilizar para o tecido agredido suas tropas, constituídas por células brancas do sangue, os fagócitos.
[...]
A verdade, porém, é que a restituição do tecido machucado ocorre sem o "guarda-chuva" do processo inflamatório. Por isso, se instala uma verdadeira corrida contra o tempo se nesse interim, enquanto a pele desliza, houver infecção do corte por parasitas, como bactérias ou fungos, o anfioxo ficará à sua mercê.
Aparentemente, antes que o machucado fechasse, invasores penetraram entre os tecidos e passaram a prejudicar a recuperação do ferimento, instalando-se um letal círculo vicioso.
O fato é que, mesmo sem possuir os conhecidos elementos que constituem o sistema imunológico dos vertebrados, o anfioxo é um ser muito bem sucedido.[...]Viver por tão longo tempo sem células inflamatórias e sem inflamar, como é o caso do anfioxo, mostra outros caminhos, até então desconhecidos, de relações entre o hospedeiro e o parasita.
Fonte: Os defensores do corpo humano (SUPER número 7, ano 2)
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Sapos podem conseguir prever terremotos
Postado por: Tayná Leoncio
Um estudo da Universidade Aberta do Reino Unido sugere que o sapo comum (Bufo bufo) consegue sentir sinais pré-sísmicos. A equipa de investigadores compilou e analisou dados das povoações do sapo nas imediações da cidade italiana Áquila, quando esta ficou destruída pelo terramoto de 6 de Abril de 2009, 5.8 na escala de Richter.
O estudo, agora publicado no «Journal of Zoology», indica que cinco dias antes do sismo, 96 por cento dos sapos tinham abandonado o local de reprodução, em San Ruffino, a 74 quilómetros do epicentro, e três dias antes já não havia nenhum par reprodutor no local.
Antes do sismo, a zoóloga Rachel Grant encontrava-se a desenvolver um estudo sobre o comportamento dos sapos naquela localidade. Começou a registar um comportamento estranho nos animais até que estes desapareceram. Só depois da última réplica, os sapos regressaram. A bióloga acredita que fugiram para terrenos mais elevados, onde a probabilidade de caírem pedras ou de haver inundações era menor.
[...]
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=41268&op=all#cont
Estudo indica que cinco dias antes do sismo em Áquila (Itália), em Abril de 2009, os sapos começaram a abandonar o local
Um estudo da Universidade Aberta do Reino Unido sugere que o sapo comum (Bufo bufo) consegue sentir sinais pré-sísmicos. A equipa de investigadores compilou e analisou dados das povoações do sapo nas imediações da cidade italiana Áquila, quando esta ficou destruída pelo terramoto de 6 de Abril de 2009, 5.8 na escala de Richter.
O estudo, agora publicado no «Journal of Zoology», indica que cinco dias antes do sismo, 96 por cento dos sapos tinham abandonado o local de reprodução, em San Ruffino, a 74 quilómetros do epicentro, e três dias antes já não havia nenhum par reprodutor no local.
Antes do sismo, a zoóloga Rachel Grant encontrava-se a desenvolver um estudo sobre o comportamento dos sapos naquela localidade. Começou a registar um comportamento estranho nos animais até que estes desapareceram. Só depois da última réplica, os sapos regressaram. A bióloga acredita que fugiram para terrenos mais elevados, onde a probabilidade de caírem pedras ou de haver inundações era menor.
[...]
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=41268&op=all#cont
Como os peixes nadam em cardumes sem trombar uns nos outros?
Postado por: Tayná Leoncio
Eles usam a visão, a audição e um eficiente sistema chamado de linha lateral, que detecta mínimas variações de pressão na água. É ele que permite a sincronia perfeita de movimentos entre os membros do grupo. Acredita-se que pelo menos 50% das variedades conhecidas de peixes, como atum e sardinha, se agrupem em cardumes. Essa é uma especialização surgida provavelmente como meio de defesa contra predadores, diz o biólogo Leandro Sousa, mestre em ictiologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Nadar em bando também ajuda na busca por alimentos e na reprodução. O grupo amplia o número de parceiros disponíveis e reduz a chance de predação dos ovos, diz o biólogo Cristiano Moreira, doutor em ictiologia pela USP. O tamanho dos cardumes varia. Eles podem contar com poucos integrantes basta olhar os peixes num aquário ou, como no caso dos arenques, agregar milhões de indivíduos, atingindo mais de 1 quilômetro de extensão.
[...]
NADO LIVRE
É moleza se deslocar em cardume. Isso porque os peixes secretam um líquido viscoso que reduz o atrito da água com seu corpo. Nadando em grupo, esse efeito é potencializado e os integrantes, sobretudo os que estão no centro, se movem com menos esforço
OLHO DE PEIXE
A visão também é essencial para os peixes não se esborracharem uns nos outros. Com os olhos nas laterais do corpo, eles vêem tudo à sua volta, evitando as trombadas. A audição completa o kit antichoque, funcionando como um detector de pressão, como a linha lateral
PEIXE VIVO
Nadar em grupo também ajuda na reprodução. A chance de os ovos expelidos pelas fêmeas serem fecundados num cardume é bem maior do que se elas estivessem nadando sozinhas, já que há mais machos ao seu redor
[...]
UM POR TODOS, TODOS POR UM
A defesa é uma das principais funções do cardume. Quando um grupo sofre um ataque, seus membros nadam erraticamente, cada um numa direção, confundindo o predador, que fica sem saber a quem perseguir. Além disso, quanto mais peixes, mais olhos e sentidos para detectar alguma ameaça
UMA BARBATANA LAVA A OUTRA
Além de mais expostos, os peixes que estão nas bordas cansam mais. Assim, há um revezamento de posição entre eles: quem está de fora passa para o miolo. É um movimento aleatório, mas importante para poupar a energia dos indivíduos, diz a zoóloga Marina Loeb, mestranda da USP
[...]
VAI ENCARAR?
O aspecto do cardume como um todo ainda oferece uma proteção extra. Movendo-se de forma sincronizada, ele confunde possíveis predadores, dando a impressão de que, em vez de peixinhos indefesos, trata-se de um enorme e ameaçador peixão.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_412289.shtml
Eles usam a visão, a audição e um eficiente sistema chamado de linha lateral, que detecta mínimas variações de pressão na água. É ele que permite a sincronia perfeita de movimentos entre os membros do grupo. Acredita-se que pelo menos 50% das variedades conhecidas de peixes, como atum e sardinha, se agrupem em cardumes. Essa é uma especialização surgida provavelmente como meio de defesa contra predadores, diz o biólogo Leandro Sousa, mestre em ictiologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Nadar em bando também ajuda na busca por alimentos e na reprodução. O grupo amplia o número de parceiros disponíveis e reduz a chance de predação dos ovos, diz o biólogo Cristiano Moreira, doutor em ictiologia pela USP. O tamanho dos cardumes varia. Eles podem contar com poucos integrantes basta olhar os peixes num aquário ou, como no caso dos arenques, agregar milhões de indivíduos, atingindo mais de 1 quilômetro de extensão.
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NADO LIVRE
É moleza se deslocar em cardume. Isso porque os peixes secretam um líquido viscoso que reduz o atrito da água com seu corpo. Nadando em grupo, esse efeito é potencializado e os integrantes, sobretudo os que estão no centro, se movem com menos esforço
OLHO DE PEIXE
A visão também é essencial para os peixes não se esborracharem uns nos outros. Com os olhos nas laterais do corpo, eles vêem tudo à sua volta, evitando as trombadas. A audição completa o kit antichoque, funcionando como um detector de pressão, como a linha lateral
PEIXE VIVO
Nadar em grupo também ajuda na reprodução. A chance de os ovos expelidos pelas fêmeas serem fecundados num cardume é bem maior do que se elas estivessem nadando sozinhas, já que há mais machos ao seu redor
[...]
UM POR TODOS, TODOS POR UM
A defesa é uma das principais funções do cardume. Quando um grupo sofre um ataque, seus membros nadam erraticamente, cada um numa direção, confundindo o predador, que fica sem saber a quem perseguir. Além disso, quanto mais peixes, mais olhos e sentidos para detectar alguma ameaça
UMA BARBATANA LAVA A OUTRA
Além de mais expostos, os peixes que estão nas bordas cansam mais. Assim, há um revezamento de posição entre eles: quem está de fora passa para o miolo. É um movimento aleatório, mas importante para poupar a energia dos indivíduos, diz a zoóloga Marina Loeb, mestranda da USP
[...]
VAI ENCARAR?
O aspecto do cardume como um todo ainda oferece uma proteção extra. Movendo-se de forma sincronizada, ele confunde possíveis predadores, dando a impressão de que, em vez de peixinhos indefesos, trata-se de um enorme e ameaçador peixão.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_412289.shtml
Cientistas encontram registro de parto mais antigo do mundo
Postado por: Tayná Leoncio
Fóssil de 380 milhões de anos estava prestes a dar à luz.
Embrião estava ligado pelo cordão umbilical à mãe.
No espécime encontrado, observa-se um embrião ligado ao cordão umbilical de sua mãe, o que parece indicar uma nova espécie em si mesma.
A descoberta, publicada na edição desta semana na revista científica "Nature", mostra uma biologia reprodutiva avançada, comparável a de alguns tubarões e raias de nossa época.
Os placodermos, extintos há muito tempo, eram um grupo amplo e diverso de peixes, que os cientistas consideravam como os vertebrados mais primitivos dotados de mandíbulas. No entanto, os fósseis encontrados pelo cientista John Long e seus colegas revelam que essas espécies não eram tão primitivas como para não poder gerar crias.
A descoberta pertence à Formação Gogo, na Austrália, e representa uma nova espécie de placodermo preservada no momento do nascimento.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL581772-5603,00-CIENTISTAS+ENCONTRAM+REGISTRO+DE+PARTO+MAIS+ANTIGO+DO+MUNDO.html
Fóssil de 380 milhões de anos estava prestes a dar à luz.
Embrião estava ligado pelo cordão umbilical à mãe.
No espécime encontrado, observa-se um embrião ligado ao cordão umbilical de sua mãe, o que parece indicar uma nova espécie em si mesma.
A descoberta, publicada na edição desta semana na revista científica "Nature", mostra uma biologia reprodutiva avançada, comparável a de alguns tubarões e raias de nossa época.
Os placodermos, extintos há muito tempo, eram um grupo amplo e diverso de peixes, que os cientistas consideravam como os vertebrados mais primitivos dotados de mandíbulas. No entanto, os fósseis encontrados pelo cientista John Long e seus colegas revelam que essas espécies não eram tão primitivas como para não poder gerar crias.
A descoberta pertence à Formação Gogo, na Austrália, e representa uma nova espécie de placodermo preservada no momento do nascimento.
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL581772-5603,00-CIENTISTAS+ENCONTRAM+REGISTRO+DE+PARTO+MAIS+ANTIGO+DO+MUNDO.html
A bioluminescência
Postado por: Tayná Leoncio
Melanocetus johnsonii, ou peixe-diabo negro
Ele atrai sua presa com uma falsa isca, uma saliência luminescente que agita sobre a cabeça.
Alguns peixes são capazes de emitir luz. Por isso, são chamados de bioluminescentes. Essa é uma adaptação própria de peixes com hábitos noturnos ou que vivem em grandes profundezas.
A função da bioluminescência parece estar relacionada com a identificação de indivíduos da mesma espécie. É possível que a bioluminescência também sirva para atrair o parceiro sexual ou uma presa mais curiosa, para iluminar o ambiente ou para desestimular predadores.
A origem da emissão de luz se dá por meio de órgãos chamados de bioluminescentes. Esses órgãos são compostos por fósforo – células especiais – ou por microorganismos, frequêntemente bactérias.
Fonte: Peixes – Coleção: Investigando os seres vivos de Aymar Macedo Diriz Filho – Editora Ática
Melanocetus johnsonii, ou peixe-diabo negro
Ele atrai sua presa com uma falsa isca, uma saliência luminescente que agita sobre a cabeça.
Alguns peixes são capazes de emitir luz. Por isso, são chamados de bioluminescentes. Essa é uma adaptação própria de peixes com hábitos noturnos ou que vivem em grandes profundezas.
A função da bioluminescência parece estar relacionada com a identificação de indivíduos da mesma espécie. É possível que a bioluminescência também sirva para atrair o parceiro sexual ou uma presa mais curiosa, para iluminar o ambiente ou para desestimular predadores.
A origem da emissão de luz se dá por meio de órgãos chamados de bioluminescentes. Esses órgãos são compostos por fósforo – células especiais – ou por microorganismos, frequêntemente bactérias.
Fonte: Peixes – Coleção: Investigando os seres vivos de Aymar Macedo Diriz Filho – Editora Ática
O peixe com mais olhos
Postado por: Tayná Leoncio
O peixe osmeriforme Bathylychnops exilis, que habita profundezas de 91 a 910m no nordeste do Pacífico, for descoberto em 1958. Uma espécie delgada, como os lúcios, tem 45 cm de comprimento, um par de olhos grandes e um segundo par de olhos menores (conhecidos como globos secundários) posicionados na parte inferior dos olhos principais, cada um com lente e retina própria. Por fim, atrás dos globos secundários, há um terceiro par de olhos, que não possuem retina, mas desviam a luz que chega aos olhos principais do peixe.
Fonte:
Guinness World Records 2010: The book of the decade – Editora: HIT Entertainment
O peixe osmeriforme Bathylychnops exilis, que habita profundezas de 91 a 910m no nordeste do Pacífico, for descoberto em 1958. Uma espécie delgada, como os lúcios, tem 45 cm de comprimento, um par de olhos grandes e um segundo par de olhos menores (conhecidos como globos secundários) posicionados na parte inferior dos olhos principais, cada um com lente e retina própria. Por fim, atrás dos globos secundários, há um terceiro par de olhos, que não possuem retina, mas desviam a luz que chega aos olhos principais do peixe.
Fonte:
Guinness World Records 2010: The book of the decade – Editora: HIT Entertainment
As rãs voadoras
Postado por: Tayná Leoncio
As rãs voadoras planam por até 15m utilizando as membranas entre os dedos dos seus membros, e as pequenas membranas localizadas no calcanhar, a base da perna, e do antebraço. [...] O vôo serve para amortecer a queda das árvores.
Ela salta de cima das árvores e mantém as palmas das patas abertas. As traseiras são maiores, garantindo o impulso necessário para a decolagem.
As membranas expandidas existentes entre seus dedos compridos freiam a queda, como se fossem um conjunto de pára-quedas.
Fontes: http://www.petsonline.com.br/informe.php?subaction=showfull&id=1221489006&archive=&start_from=&ucat=1&
http://pt.mongabay.com/rainforests/0408.htm
Guinness World Records 2010: The book of the decade – Editora: HIT Entertainment
As rãs voadoras planam por até 15m utilizando as membranas entre os dedos dos seus membros, e as pequenas membranas localizadas no calcanhar, a base da perna, e do antebraço. [...] O vôo serve para amortecer a queda das árvores.
Ela salta de cima das árvores e mantém as palmas das patas abertas. As traseiras são maiores, garantindo o impulso necessário para a decolagem.
As membranas expandidas existentes entre seus dedos compridos freiam a queda, como se fossem um conjunto de pára-quedas.
Fontes: http://www.petsonline.com.br/informe.php?subaction=showfull&id=1221489006&archive=&start_from=&ucat=1&
http://pt.mongabay.com/rainforests/0408.htm
Guinness World Records 2010: The book of the decade – Editora: HIT Entertainment
terça-feira, 29 de junho de 2010
A "mudança de sexo" da fêmea do peixe-espada.
Postado por: Marcella Galvão
Você sabia que, alguns aquaristas e cientistas, já observaram o fenômeno da mudança de sexo na fêmea do Espada? É verdade. Certas fêmeas, depois de algum tempo de vida, quando os ovários param de funcionar, têm a barbatana anal transformada em gonopódia, ou seja, sua cauda não abre mais em forma de leque e começa a se desenvolver na famosa espada masculina. No entanto esta teoria é rejeitada por alguns estudiosos, visto que o macho leva muito tempo para atingir a maturidade e desenvolver as características sexuais secundárias. Neste período antes do desenvolvimento o macho tem o corpo roliço como as fêmeas adultas, resultando para este grupo de estudiosos essa teoria enganosa de "mudança de sexo".
Você sabia que, alguns aquaristas e cientistas, já observaram o fenômeno da mudança de sexo na fêmea do Espada? É verdade. Certas fêmeas, depois de algum tempo de vida, quando os ovários param de funcionar, têm a barbatana anal transformada em gonopódia, ou seja, sua cauda não abre mais em forma de leque e começa a se desenvolver na famosa espada masculina. No entanto esta teoria é rejeitada por alguns estudiosos, visto que o macho leva muito tempo para atingir a maturidade e desenvolver as características sexuais secundárias. Neste período antes do desenvolvimento o macho tem o corpo roliço como as fêmeas adultas, resultando para este grupo de estudiosos essa teoria enganosa de "mudança de sexo".Como o baiacu incha?
Postado por: Tayná
1. Baiacu é o nome popular dado a cerca de 150 espécies de peixes capazes de inflar o corpo quando se sentem ameaçados por um predador. O inchaço é um mecanismo de defesa para o baiacu parecer muito maior do que é - e, assim, afugentar o inimigo
2. O processo começa com o peixe engolindo uma grande quantidade de água, que vai se armazenando no estômago. Como esse órgão é muito elástico, ele infla como uma bexiga, deixando o baiacu com uma forma esférica e até três vezes maior que seu tamanho normal!
3. Como também tem uma pele superelástica, o baiacu não "rasga" quando incha. Outra parte do corpo adaptável é sua espinha: flexível, ela pode se curvar para acompanhar o novo formato do corpo
4. Quando o baiacu já está com o "tanque cheio", uma válvula localizada na base da boca do peixe é empurrada na direção dos dentes. Assim, ela fecha a saída para água armazenada no estômago
5. Algumas espécies têm espinhos na pele que ficam mais visíveis e ameaçadores quando o animal infla. Isso também ajuda a intimidar o predador e deixa o baiacu parecido com um monstro pré-histórico!
Para não intoxicar os fregueses, os cozinheiros precisam limpar o animal com uma técnica muito precisa, removendo as partes venenosas. Mesmo os pedaços comestíveis ainda têm traços do veneno, deixando uma certa dormência na língua e apresentando um leve efeito narcótico.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_287642.shtml
3. Como também tem uma pele superelástica, o baiacu não "rasga" quando incha. Outra parte do corpo adaptável é sua espinha: flexível, ela pode se curvar para acompanhar o novo formato do corpo
4. Quando o baiacu já está com o "tanque cheio", uma válvula localizada na base da boca do peixe é empurrada na direção dos dentes. Assim, ela fecha a saída para água armazenada no estômago
5. Algumas espécies têm espinhos na pele que ficam mais visíveis e ameaçadores quando o animal infla. Isso também ajuda a intimidar o predador e deixa o baiacu parecido com um monstro pré-histórico!
Veneno letal: Carne do peixe pode matar ou "dar barato". Depende do cozinheiro...
Outra característica curiosa dos baiacus é que muitos são venenosos. Sua carne tem uma substância altamente tóxica, a tetrodotoxina. Apenas 2 gramas dela são suficientes para matar uma pessoa! O veneno fica concentrado na pele e em órgãos do peixe. Mesmo assim, o baiacu é uma iguaria apreciada no Japão, onde é conhecido como "fugu".Para não intoxicar os fregueses, os cozinheiros precisam limpar o animal com uma técnica muito precisa, removendo as partes venenosas. Mesmo os pedaços comestíveis ainda têm traços do veneno, deixando uma certa dormência na língua e apresentando um leve efeito narcótico.
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_287642.shtml
O menor sapo do mundo é brasileiro!
Postado por: Marcella Galvão
"Também conhecido popularmente como pingo de ouro, o anuro da espécie Brachycephalus epphipium chega ao máximo de 20 milímetros de comprimento na idade adulta. Apesar do tamanho diminuto e de seu belo tom de amarelo brilhante, ele pode ser letal. Apenas um miligrama das secreções de glândulas da sua pele é suficiente para matar um ser humano."
"(...)O mais interessante é que esse sapinho foi encontrado aqui no Brasil, do Espírito Santo ao Paraná e recentemente foi visto também no estado de Santa Catarina. Foi apelidado pelos pesquisadores por Sapo-Pingo-de-Ouro, exatamente por apresentar esse minúsculo tamanho e pela sua cor meio dourada, meio alaranjada lembrando mesmo ouro.
"Uma grande curiosidade sobre esses bichinhos é que os indivíduos desta família não apresentam a fase de girino aquático, como a maioria. A reprodução se dá por desenvolvimento direto, fora da água, isto é, os sapinhos nascem já na forma adulta a partir dos ovos depositados embaixo das folhas, galhos e troncos das árvores caídas, em decomposição, no chão da floresta. Imaginem só o tamanho dos filhotes?"
Fonte: http://diariodebiologia.com/tag/sapo
e
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=6161
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Pesquisadores estudam salamandra gigante do Japão
(Postado por: Raquel Andrade)
Um grupo de pesquisadores e ambientalistas está pesquisando uma espécie de salamandra gigante, com 1,7 metro de comprimento.
Além de seu tamanho, a salamandra Andrias japonicus, conhecida como hanzaki no Japão, chamou a atenção de ambientalistas internacionais e cientistas japoneses pelo seu status de fóssil vivo e pelo fato de não ser atingida por um fungo que está devastando muitas outras espécies de anfíbios no mundo todo.
"O esqueleto desta espécie é quase idêntico ao dos fósseis de 30 milhões de anos atrás", disse Takeyoshi Tochimoto, diretor do Instituto Hanzaki, perto da cidade de Hyogo (sudoeste do Japão).
"Por isso é chamada de 'fóssil vivo'", acrescentou.
"É um ‘dinossauro’, isto é espantoso", afirmou Claude Gascon, chefe dos programas científicos da entidade ambientalista Conservation International e também um dos líderes do grupo especialista em anfíbios da União Internacional para a Conservação da Natureza.
"Nós falamos de salamandras que geralmente cabem na palma da sua mão. Esta pode arrancar sua mão."
A salamandra examinada por Gascon está segura, presa em um tanque no centro de visitação da cidade de Maniwa, a 800 km de Tóquio.
Além de ter 1,7 metro de comprimento, a salamandra gigante tem uma pele semelhante ao couro, uma cabeça grande e coberta de estruturas que provavelmente são sensíveis ao movimento e ajudariam a salamandra a capturar peixes.
Anfíbio é resistente a fungo que está devastando populações no mundo todo
A salamandra hanzaki tem dois parentes próximos: a salamandra gigante chinesa (A. davidianus), que tem tamanho e forma semelhantes à japonesa e pode se acasalar com elas; e uma bem menor, a Cryptobranchus alleganiensis, do sudeste dos Estados Unidos.
Geralmente as salamandras gigantes ocupam covas em margens de rio. A ocupação é feita em grupos com um macho dominante, várias fêmeas e alguns outros machos.
O macho dominante e as fêmeas liberam na água óvulos e espermatozoides e se movimentam incessantemente para misturar tudo. Os machos não dominantes talvez também liberem espermatozoides, mas o papel deles ainda não está claro.
Quando a água fica mais calma, todos deixam a cova, exceto o macho dominante, que fica para cuidar do ninho e dos filhotes.
Fora da época de reprodução, a vida da salamandra é bem tranquila, vivendo da forma mais discreta possível no rio e capturando tudo o que estiver ao seu alcance para se alimentar.
Criaturas como estas certamente já habitavam o planeta quando os dinossauros ainda existiam, e fósseis da família foram encontrados bem longe da restrita área onde são encontrados atualmente.
"Acredita-se que elas sejam espécies extremamente primitivas, em parte devido ao fato de serem as únicas salamandras com fertilização externa", afirmou Don Church, especialista em salamandras da Conservation International.
ASSISTA AO VÍDEO DA REPORTAGEM.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/08/090812_girinoscomendo_ba.shtml
Anfíbios preferem se reproduzir na Lua cheia, diz estudo
Postado por: Marcelo André
Os anfíbios sincronizam suas atividades de reprodução de acordo com a fase da Lua, preferindo procriar na Lua cheia, segundo um estudo publicado na última edição da publicação científica Animal Behaviour.
Pesquisadores da Open University britânica perceberam que sapos, rãs e salamandras coordenam seus encontros para procriar.
De acordo com a luz da Lua, um grande número de machos e fêmeas se reúne nos mesmos locais. Dessa forma, eles maximizariam as possibilidades de reprodução e, ao mesmo tempo, reduziriam as possibilidades de serem devorados por predadores.
A bióloga Rachel Grant, da Open University, estudava salamandras nos arredores de um lago na região central da Itália em 2005, quando reparou que havia diversas rãs na beira de uma estrada próxima durante uma noite de Lua cheia.
"Embora pudesse ter sido uma coincidência, no mês seguinte, repeti o caminho todos os dias no crepúsculo e descobri que o número de rãs na estrada aumentava quando a Lua estava crescente e atingia um pico na Lua cheia. Depois, voltava a cair", afirmou Grant.
Ao pesquisar a literatura científica, ela encontrou poucos registros sobre o comportamento, de forma que acabou retornando ao local em 2006 para uma pesquisa mais detalhada sobre os anfíbios.
Campo magnético
A partir daí, ela comparou os seus dados com um estudo detalhado sobre os hábitos de sapos e rãs nas proximidades de Oxford, na Grã-Bretanha, realizado pelo supervisor dela, Tim Halliday, e com dados sobre sapos, rãs e salamandras nas proximidades do País de Gales, recolhidos por Elizabeth Chadwick, da Universidade de Cardiff.
"Analisamos os dados e percebemos um efeito lunar em todos os três locais", disse Grant.
O sapo comum (Bufo bufo), por exemplo, chega a todos os seus locais de reprodução, copula e procria por volta da lua cheia. Algo semelhante ocorre no caso da rã comum (Rana temporaria).
As salamandras também teriam a vida sexual afetada pelo ciclo lunar, embora os resultados sejam menos evidentes, segundo Grant.
O encontro das salamandras (Lissotriton vulgaris, L. helveticus e Triturus cristatus) tem seus picos tanto na lua nova quanto na cheia, mas elas "parecem evitar chegar ao local de cópula na época de quarto crescente."
"Isso poderia ocorrer devido ao campo magnético da Terra estar no seu auge nesta época", afirmou Grant, acrescentando serem necessários mais estudos.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090713_sexosaposebc.shtml
Qual a diferença entre sapo, rã e perereca?
Postado por: Tayná Leoncio
Embora muita gente faça confusão, esses três animais saltitantes possuem muitas diferenças entre si, tanto na morfologia quanto no comportamento e na classificação zoológica. Em comum eles têm o fato de serem classificados como anuros, o nome dado aos anfíbios que não têm rabo.
A melhor maneira de distingui-los é pelo hábitat de cada um.
(Foto: Prerereca-grilo ou Dendropsophus werneri)
PERERECA
Hábitat: muito encontrada em galhos de árvores
Tamanho: menos de 10 centímetros
Número de espécies: mais de 700
Em geral, a perereca é menor que um sapo ou uma rã e tem como característica os olhos esbugalhados, deslocados para fora. Suas pernas finas e longas permitem grandes saltos - algumas alcançam a marca de 2 metros de distância! As pontas dos dedos da perereca possuem um tipo de ventosa, que ajuda a subir nas árvores
(foto : Sapo cururu ou Rhinella icterica)
SAPO
Hábitat: prefere viver em terra firme
Tamanho: de 2 a 25 centímetros
Número de espécies: cerca de 300
Tem aparência estranha, pele rugosa e cheia de verrugas. Suas pernas curtas fazem com que dê pulos limitados e desajeitados. Graças a glândulas na região dorsal, o sapo libera veneno que pode irritar nossos olhos e as mucosas. Mas a peçonha só pode ser expelida se o animal sofrer uma pressão externa, como ser pisado
(foto: Rã-da-floresta ou Eleutherodactylus sp.)
RÃ
Hábitat: mora principalmente em lagoas
Tamanho: de 9,8 milímetros a 30 centímetros
Número de espécies: mais de 4 mil
Se o sapo assusta pelo veneno, a rã é considerada um prato sofisticado em muitos países. Ela tem a pele lisa e brilhante. Suas pernas são longas e correspondem a mais da metade do tamanho do animal. As patas traseiras podem ser dotadas de membranas que ajudam a rã a nadar
Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/mundoanimal/pergunta_286930.shtml
sábado, 26 de junho de 2010
Descobrem luz fluorescente nos anfioxos.
Postado por: Vitor Drummond.

Um achado interessante do biologia Marinha parece ter removido o assoalho da biologia grande escala, mesmo a biologia evolutiva, desde que a descoberta em questão toca diretamente o seu interesse. A descoberta pertence à amphioxus, os habitantes do meio marinho profundo que desempenham um papel importante ao nível de desenvolvimento .
Cientistas do Instituto Scripps de Oceanografia, da Universidade da Califórnia, em um trabalho conjunto com as universidades japonesas em Tóquio e Kobe, descobriram uma propriedade de algumas células do animal que chamou sua atenção: a capacidade de emitir luz fluorescente.
Não há nenhuma razão muito clara para a emissão deste tipo de luz em organismos marinhos, mas acredita-se que têm um papel ecológico importante . No caso da amphioxus presume-se a servir de proteção ao animal contra raios solares ultravioleta, que seria recebido por estas células e que seria refletida na luz fluorescentes para não entrar no corpo de amphioxus .
Como mencionado acima, esses animais têm um papel fundamental na cadeia evolutiva. Pensa-se que tenham dado origem a muits animais marinhos. Atualmente, um grande grupo de seres vivos conhecidos como Cordados.
A propriedade de emitir luz fluorescente em organismos marinhos tem sido sempre atribuído a a água-viva e corais, animais com esta propriedade antiga. O engraçado é que amphioxus, também são animais muito antigos, mas são separados por bilhões de anos de coral e águas-vivas, e não acredita-se ter relação evolutiva direta com eles, o que põe em jogo a suposição de que estes animais teriam desenvolvido a capacidade de emitir luz fluorescente por si mesmos.
VIA - Apenas Ciência
Fonte: http://www.ojocientifico.com/2007/12/05/descubren-luz-fluorescente-en-los-anfioxos/ (site em espanhol)
Tradução por 'Google Tradutor'.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Cientistas descobrem novas espécies em Papua
Postado por: Marcelo André
“As descobertas foram registradas nas florestas da montanhas Foja, uma região no oeste da ilha de Nova Guiné intocada pelo homem há milhares de anos e conhecida como ‘mundo perdido’.”
“Entre as novas espécies está um sapo que já foi apelidado de "Pinóquio", por sua característica de levantar o nariz ao coaxar...”
“As descobertas foram anunciadas uma semana antes do Dia Internacional da Biodiversidade.”
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/05/100518_galeria_especies_pu.shtml
“As descobertas foram registradas nas florestas da montanhas Foja, uma região no oeste da ilha de Nova Guiné intocada pelo homem há milhares de anos e conhecida como ‘mundo perdido’.”
“Entre as novas espécies está um sapo que já foi apelidado de "Pinóquio", por sua característica de levantar o nariz ao coaxar...”
“As descobertas foram anunciadas uma semana antes do Dia Internacional da Biodiversidade.”
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/05/100518_galeria_especies_pu.shtml
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Cientistas estudam a capacidade regenerativa do simpático anfibio para tentar aplicá-la à medicina.
Postador por: Tayná Leoncio
O axolote ou axolotle, nativo de alguns canais do Lago Xochimilco, na Cidade do México, possui, segundo especialistas, uma das maiores capacidades regenerativas do planeta, podendo regenerar extremidades completas do corpo até pedaços de cérebro.
Essa capacidade chamou a atenção de cientistas de várias partes do mundo, que vêm estudando e modificando seu código genético para encontrar formas de ajudar pacientes que tiveram membros amputados ou sofrem de doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer.
“Nas experiências que estamos realizando, às vezes cortamos extremidades dos axolotes e tentamos detectar os fatores que reprimem a regeneração”, diz o biólogo Jesús Chimal, pesquisador da UNAM.
Apesar de estar em risco de extinção, o axolotle se reproduz com facilidade em laboratório, principalmente na Alemanha e nos Estados Unidos. De fato, hoje em dia há mais axolotes em cativeiro do que em seu habitat natural.
Fonte: BBC Brasil 21 de agosto, 2009
Endereço: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/08/090821_axolotemexico_ba.shtml
Peixe-bruxa e seu estranho mecanismo de defesa
Postado por: Tayná Leoncio
O peixe-bruxa compreende a classe dos ciclóstomos.
Seu mecanismo de defesa, consiste em expelir um muco viscoso que, quando entra em contato com a água ao seu redor, transforma-se num gel grosso e grudento em segundos. A gosma é tão eficiente que prende o próprio peixe, que é capaz de escapar dela dando nós em seu corpo.
Um peixe-bruxa adulto produz muco suficiente para transformar 20 litros de água em gel em questão de minutos.
Fonte: http://www.amigosdojoe.com/noticias-de-mergulho-167.html
O peixe-bruxa compreende a classe dos ciclóstomos.
Seu mecanismo de defesa, consiste em expelir um muco viscoso que, quando entra em contato com a água ao seu redor, transforma-se num gel grosso e grudento em segundos. A gosma é tão eficiente que prende o próprio peixe, que é capaz de escapar dela dando nós em seu corpo.
Um peixe-bruxa adulto produz muco suficiente para transformar 20 litros de água em gel em questão de minutos.
Fonte: http://www.amigosdojoe.com/noticias-de-mergulho-167.html
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Crianças encontram sapo de três cabeças em creche da Inglaterra
Postado por: Victtória Especialistas ficaram surpresos com o bicho. Crianças ficaram chocadas quando encontraram um sapo de três cabeças no jardim da creche em Weston-super-Mare, na Inglaterra. O bicho, que tem seis pernas, surpreendeu especialistas e suscitou discussões sobre mutações que podem estar sendo causadas por problemas ambientais.
"No começo, pensamos que eram três sapos, um em cima do outro. Foi muito estranho. As crianças não conseguiam acreditar", disse Laura Pepper, da creche Green Umbrella.
Mike Dilger, da Unidade de História Natural da BBC, acrescentou: "Nunca vi algo assim antes".
"Sapos são animais primitivos. Então, um dedo a mais não é incomum. Mas três cabeças e seis pernas é muito incomum", afirmou.
Fonte: http://anacristinafurt.sites.uol.com.br/BBCBrasil.htm
Frog's Day
Postado por: Bruno Campos
Hoje nossa Equipe resolveu fazer o Frog's Day, onde falaremos várias curiosidades, reportagens e um pouquinho de humor pra discontrair sobre esse bichinho!!
*Esses animais são importantes para o equilíbrio na natureza. Um sapo adulto come uma quantidade equivalente a três xícaras cheias de insetos por dia. Assim, ajudam a controlar a população de moscas e mosquitos.
*Alguns sapos podem saltar a uma altura de até 20 vezes seu próprio tamanho
*Existem cerca de 4000 espécies de sapos no mundo. Elas estão espalhadas por todo o mundo, exceto na Antártida e Islândia.
*Alguns sapos põem até 25000 ovos enquanto alguns não chegam a quatro ovos.
*O Brasil tem o maior número de espécies de sapos! São cerca de 500, 10% do total do mundo, só na Mata Atlântica, estão aproximadamente de 160.

Fonte: http://anacristinafurt.sites.uol.com.br/Curiosidades.htm
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Poraquê
Postado por: Victtória
A enguia elétrica, também conhecida como poraquê, pode ter uma descarga elétrica de até 600 V. Com essa energia, daria para ligar uma televisão. Sua descarga elétrica é tão forte, que pode até matar um ser humano. Mesmo a 1 metro de distância, é possível levar um choque dentro d'água. As 6.000 eletroplacas que um peixe-elétrico adulto possui estão dispostas em série, como pilhas de uma lanterna, e são ativadas simultaneamente, quando o animal encontra-se em estado de excitação, como na hora da captura de uma presa ou para defender-se, fazendo com que seus três órgãos elétricos – o de Sach, o de Hunter e o órgão principal – descarreguem.
As rãs em Ação!
Postado por: Victtória
O mais venenoso venenoso: A rãs tropicais sulamericanas dos gêneros Dendrobates e Phyllobates conhecidas como rãs de flecha venenosa. Segregam um veneno mortal que é utilizado pelos indígenas na ponta de suas flechas. A toxina de uma destas rãs pode matar até 1.500 pessoas.
Rã mais saltadora: A rã africana Ptychadena Oxyrhynchus que pode saltar até 5,35 metros.
O mais venenoso venenoso: A rãs tropicais sulamericanas dos gêneros Dendrobates e Phyllobates conhecidas como rãs de flecha venenosa. Segregam um veneno mortal que é utilizado pelos indígenas na ponta de suas flechas. A toxina de uma destas rãs pode matar até 1.500 pessoas.Rã mais saltadora: A rã africana Ptychadena Oxyrhynchus que pode saltar até 5,35 metros.
Fonte: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=672
O mais temível!
Postado por: Victtória
O tubarão branco, depois da película de Hollywood e a sensação de indefesa do homem no meio aquático. No entanto este enorme tubarão de 8m prefere a carne rica em gordura, como a das focas. Quando ataca o homem é porque o confunde por causa de sua má qualidade visual. Depois do primeiro ataque, quando mata as suas presas, se nota tratar-se de um homem, costuma abandonar. Por isso muitos humanos viveram para contá-lo.
O tubarão branco, depois da película de Hollywood e a sensação de indefesa do homem no meio aquático. No entanto este enorme tubarão de 8m prefere a carne rica em gordura, como a das focas. Quando ataca o homem é porque o confunde por causa de sua má qualidade visual. Depois do primeiro ataque, quando mata as suas presas, se nota tratar-se de um homem, costuma abandonar. Por isso muitos humanos viveram para contá-lo.
Fonte: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=672
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Pesquisas com invertebrados marinhos

Postado por: Tayná Leoncio
Invertebrado marinho impulsiona pesquisas sobre fertilidade
Um pequeno animal marinho chamado ascídia está ajudando algumas das mais avançadas pesquisas sobre a fertilidade humana.
Apesar de serem formas de vida pouco desenvolvidas, esses invertebrados possuem embriões muito parecidos com os das pessoas e vêm sendo estudados por cientistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha.
Os pesquisadores acreditam que as ascídias podem ser utilizadas na realização de experiencias sobre a fertilidade, evitando o uso de embriões e óvulos humanos.
Alguns cientistas acreditam que pelo fato de possuírem rudimentos de uma espinha dorsal, esses animais na verdade são ancestrais diretos de vertebrados como os seres humanos.
Anfíbios - Sapo e Salamantras
Postado por: Victtória
Muitos anfíbios foram extintos no período Triássico . Sobreviveram somente alguns que evoluíram e se transformaram nos anfíbios modernos, que hoje conhecemos.
Sapos - A temperatura de um sapo pode ser de 10º C. Ao serem atacados por uma cobra, incham o corpo e elevam-se nas patas, parecendo muito maiores e assustadores do que realmente são.
Salamandras - As salamandras podem viver até aos 30 anos de idade. Elas são muito resistentes ao fogo quando atacam as chamas é como se atacassem um inimigo.
Fonte: http://iguinho.ig.com.br/canalnatureza/anfibios.html
Muitos anfíbios foram extintos no período Triássico . Sobreviveram somente alguns que evoluíram e se transformaram nos anfíbios modernos, que hoje conhecemos.
Sapos - A temperatura de um sapo pode ser de 10º C. Ao serem atacados por uma cobra, incham o corpo e elevam-se nas patas, parecendo muito maiores e assustadores do que realmente são.
Salamandras - As salamandras podem viver até aos 30 anos de idade. Elas são muito resistentes ao fogo quando atacam as chamas é como se atacassem um inimigo.
Fonte: http://iguinho.ig.com.br/canalnatureza/anfibios.html
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Bem Vindos!

Olá pessoal!
Bom, nesse blog falaremos sobre Urocordados, Cefalocordados, Ciclóstomos, Peixes (condrictes e osteíctes) e Anfíbios. Sabemos que principalmente para nós adolescentes esses nomes assustam um pouco, mas garantimos que de forma sutil e com uma linguagem simples conseguiremos mostrar que curiosidades de Biologia também são interessantes. Esperamos que gostem, comentem e curtam bastante o que preparamos para vocês!
Enjoy it,
A equipe.
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